
Navegando pelo site do Mundo do Marketing e inspirada com a onda “Trabalho Integrado”, depois de alguns cliques, me deparei com diversas matérias sobre Marketing de Experiência. Muito vi e li sobre o tema que vem crescendo no país, e faz com que o consumidor passe a associar a marca a momentos inesquecíveis e de prazer agregando, então, cada vez mais valor à ela. Li também cases nacionais, uns que não deram muito certo como, por exemplo, a ação realizada pela Mars Brasil, a chuva de Twix e outros de muito sucesso como a promoção Sonho Mágico da Kopenhagen.
O primeiro case foi iniciado com uma campanha viral em redes sociais. A ação foi relizada em um estacionamento da Avenida Paulista em São Paulo e, no entanto, o resultado não foi o desejado. Os presentes ficaram decepcionados com a forma em que foram distribuídos os chocolates, jogados manualmente e misturados a uma grande quantidade de papel picado dourado, gerando, então, uma repercução negativa em diversas redes sociais, chegando até aos TT’s Brasil (trending topics) no Twitter e, também, segundo a Folha de São Paulo, a uma multa de R$10 mil da Prefeitura de São Paulo.
Ao contrario do case Twix, o segundo, a promoção Sonho Mágico da Kopenhagen relizada em 2008 para comemorar seus 80 anos, ganhou destaque nacional e uma repercusão maravilhosa. A marca oferecia como prêmio passeios que realmente justificavam nome da campanha, tais como: fazer um Safári na África do Sul, mergulho em Fernando de Noronha, experimentar gravidade Zero na Flórida, um vôo num caça em Nova York, entre outros. Com isso, a marca tinha como principal objetivo e grande diferencial proporcionar momentos únicos a seu consumidor, acertando em cheio o que o Marketing de Experiência quer passar: momentos que marcam e uma experiência inesquecível entre o consumidor e a marca.
Outra forma de Marketing de Experiência que li em algumas materias e vem ganhando espaço em empresas, são as ações de incentivo interno. Com uma “nova cara”, ao contrário de sorteios de bens materiais, as empresas buscam oferecer algo mais significativo e que estreite os laços com seu público interno. Em um trecho da matéria, Jorge Nahas, Sócio Diretor de O Melhor da Vida, disse em entrevista ao Mundo do Marketing “Os brindes comuns todo mundo oferece, mas só a experiência permite que o beneficiado experimente o conceito da marca”.
Com isso, pode-se afirmar que a experiência fica na memória do beneficiado, gerando um valor emocional maior que um brinde comum e do mesmo valor. Sendo assim, há um maior retorno com menor custo e, tais ações são vistas, também, como forma de fortalecer a empresa e ampliar a política de valorização de recursos humanos, proporcionando a seu público interno experiências e estreitando assim, os laços entre funcionário e empresa como um todo.



















